segunda-feira, 6 de março de 2017

Família Rhynchocyclidae - Subfamília Pipromorphinae


abre-asa_Mionectes oleagineus


abre-asa-da-mata_Mionectes macconnelli

abre-asa-de-cabeça-cinza_Mionectes rufiventris

barbudinho_Phylloscartes eximius

Borboletinha-baiana_Phylloscartes beckeri

borboletinha-do-mato_Phylloscartes ventralis


borboletinha-guianense_Phylloscartes virescens

Cabeçudo_Leptopogon amaurocephalus


cara-dourada_Phylloscartes roquettei

cara-pintada_Phylloscartes ceciliae


estalador_Corythopis delalandi


estalador-do-norte


estalinho_Phylloscartes difficilis


maria-da-restinga_Phylloscartes kronei

maria-de-testa-preta_Phylloscartes nigrifrons

maria-pequena _Phylloscartes sylviolus

não-pode-parar_Phylloscartes paulista


papa-moscas-de-olheiras_Phylloscartes oustaleti



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Família Rhynchocyclidae

Ordem:
SubOrdem:
Parvordem:
Superfamília:
 Vigors, 1825
Família:
 Berlepsch, 1907
Família de aves exclusiva do hemisfério ocidental preferencialmente florestal. Aves geralmente de pequeno porte que têm como base de sua alimentação pequenos invertebrados e insetos que capturam em breves voos voltando para o mesmo poleiro ou poleiros próximos.
Composição
§  Subfamília Incertae sedis , 0 - Espécies com classificação incerta
§  Subfamília Pipromorphinae Wolters, 1977 - Marias, abre-asas, ferreirinhos e afins
§  Subfamília Rhynchocyclinae Berlepsch, 1907 -
§  Subfamília Todirostrinae Tello, Moyle, Marchese & Cracraft, 2009 -



SUBFAMÍLIA INCERTA SEDIS - espécies

flautim-pardo_Cnipodectes subbrunneus


flautim-rufo_Cnipodectes superrufus


maria-bonita_Taeniotriccus andrei


domingo, 15 de janeiro de 2017

Uirapuru


O Uirapuru, que é a ave-símbolo do Amazonas, é um pássaro pequeno cujo canto excepcional inspirou diversas lendas, tornando-se para as selvas brasileiras o que o Rouxinol é para o mundo europeu e asiático.

Existem várias espécies de pássaros conhecidas com o nome de Uirapuru, mas aquele conhecido como Uirapuru verdadeiro é o Cyphorhinus arada, um pássaro sem grandes atrativos de cores, encontrado somente nas selvas amazônicas.

O termo é originário da língua Tupi-guarani "wirapu 'ru" e aplica-se ainda a outros pássaros amazônicos. Uirapuru quer dizer “pássaro que não é pássaro”, sendo conhecido como o pássaro da felicidade. É famoso pelo seu canto e pelas lendas que o envolvem.

Seu canto é único e melodioso, particularmente elaborado, sendo os sons parecidos com os de uma flauta.

Os caboclos da região amazônica creditam a este pássaro dotes fantásticos e dizem que, quando o uirapuru canta, toda a floresta silencia para ouvi-lo. É um momento mágico e único.

Para muitos, o uirapuru é um deus que se transforma em pássaro e anda rodeado de outros pássaros. Quando canta, todos os outros pássaros da mata ao redor silenciam, ou querendo aprender seu canto ou em respeitosa reverência. Falam ainda que quando um uirapuru canta é porque perto existe uma pessoa que ama, mas não é correspondida.

Sua fama como amuleto de sorte é tamanha que o pequeno pássaro corre risco de extinção.

"O homem que obtiver uma pena (do uirapuru), terá sorte nos negócios e com as mulheres. A mulher que conseguir um pedaço do ninho terá a pessoa que ama apaixonada e fiel pelo resto da vida. Quem ouvir o canto deverá fazer um pedido, que será rapidamente realizado."

A lenda

Primeira versão:
Conta a lenda que no Sul do Brasil, havia uma tribo de índios, cujo cacique era amado por duas moças muito bonitas. Não sabendo qual escolher, o jovem cacique prometeu casar-se com aquela que tivesse melhor pontaria com o arco e flecha. Aceita a prova, as duas índias atiraram as flechas, mas só uma acertou o alvo. Essa casou-se com o chefe da tribo.

A outra, chorou tanto que suas lágrimas formaram uma fonte e um córrego. Pediu ela a Tupã que a transformasse num passarinho para poder visitar o cacique sem ser reconhecida. Tupã fez a sua vontade e a transformou num pássaro que não chamava muito a atenção.

Contudo, verificando que o cacique amava a sua esposa, ela resolveu abandonar aqueles lugares, voando para o Norte do Brasil, indo parar nas matas da Amazônia. Para consola-la, Tupã deu-lhe um canto melodioso. Assim, ela canta para esquecer as suas mágoas, e os outros pássaros quando encontram o uirapuru, ficam calados para ouvir as suas notas maravilhosas.

Segunda versão:
De acordo com a lenda, o pássaro uirapuru é um jovem guerreiro índio, chamado Quaraçá, pertencente a uma nação indígena da floresta amazônica.

Quaraçá adorava passear pelas matas tocando sua flauta de bambu. Ele era apaixonado por uma bela índia chamada Anahí, que era casada com o cacique da tribo.

Sofrendo muito pelo amor impossível, o jovem índio resolveu entrar no meio da floresta para buscar a ajuda do deus Tupã. Entendendo o sofrimento de Quaraçá, Tupã resolveu transformá-lo num pequeno pássaro para assim livrá-lo do sofrimento.

Quaraçá, que ganhou o nome de Uirapuru, voou pela floresta com seu lindo canto. Toda vez que via Anahí, pousava e cantava para a jovem índia, que ficava maravilhada com o som daquele pequeno e gracioso pássaro.

O cacique também ficou encantado com o canto do pássaro e, com o objetivo de aprisioná-lo, se perdeu na floresta e nunca mais voltou.

Sozinha, restava a Anahí ouvir o canto de seu pássaro favorito. E ao jovem índio, agora transformado em pássaro, restava que a índia amada descobrisse quem ele era para desfazer o encanto.

Terceira versão:
Numa tribo indígena havia dois guerreiros: Ubirajara e Ubiratan. Os dois se apaixonaram pela filha do cacique, cujo o nome era Jurema. O chefe disse que sua filha se casaria com o homem que vencesse uma luta. Ubirajara foi o ganhador.

Ubiratan ficou triste e participou de um ritual sagrado, onde ele pediu para que Tupã o transformasse num pássaro. Então o deus atendeu o seu pedido e chamou o pássaro de Uirapuru, cujo o canto era hipnotizador.

Na noite do casamento de Jurema, seu marido Ubirajara ficou tão encantado com o som do pássaro que vinha da floresta, que resolveu sair no meio da noite e caça-lo. Acabou se perdendo no meio do mato e não conseguiu voltar mais para a tribo.

Deste jeito o Uirapuru passou a seguir Jurema e a encanta-la através do seu canto, com a esperança de que ela reconhecesse a sua verdadeira identidade e o livrasse do feitiço.


segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Familia Corvidae

Ordem:           Passeriformes
SubOrdem:   Passeri
Parvordem:   Corvida
Família:         Corvidae

No Brasil, a família Corvidae compreende as gralhas, As gralhas vivem tanto em matas como em áreas abertas com árvores, sendo grandes, barulhentas e gregárias.


Espécies:

cancão-da-campina_cyanocorax hafferi


gralha-azul_Cyanocorax caeruleus



gralha-cancã_Cyanocorax cyanopogon


gralha-da-guiana_Cyanocorax cayanus


gralha-de-nuca-azul_Cyanocorax heilprini


gralha-do-campo ou gralha do cerrado_Cyanocorax cristatellus


gralha-do-pantanal_Cyanocorax cyanomelas


gralha-picaça_Cyanocorax chrysops




gralha-violácea_Cyanocorax violaceus